O RPG surgiu oficialmente em 1974 com o lançamento de “Dungeons & Dragons” (D&D), criado por Gary Gygax e Dave Arneson. Inspirado por jogos de guerra e literatura fantástica, D&D introduziu um novo conceito: cada jogador assume o papel de um personagem fictício em um mundo imaginário, enquanto um Mestre conduz a história e os desafios.
O RPG se expandiu em centenas de sistemas e estilos. Alguns são voltados para fantasia medieval (como Tormenta e Pathfinder), outros para ficção científica, horror, investigação ou até comédias. O RPG evoluiu para incluir mecânicas mais acessíveis, narrativas colaborativas e temas diversos, tornando-se uma ferramenta poderosa para educação, terapia e desenvolvimento pessoal.
O RPG influenciou profundamente a cultura pop. Jogos eletrônicos como Final Fantasy, The Elder Scrolls e Baldur’s Gate nasceram da lógica dos RPGs de mesa. Séries como “Stranger Things” e “Critical Role” ajudaram a popularizar o hobby entre novas gerações. Além disso, o RPG é usado em escolas para ensinar história, matemática e habilidades sociais, e em terapias para desenvolver empatia, comunicação e autoestima.
• O primeiro dado de 20 lados foi usado em D&D, mas já existia desde a Roma Antiga.
• O RPG foi alvo de polêmicas nos anos 1980, acusado injustamente de incentivar ocultismo.
• Muitos autores de fantasia, como Brandon Sanderson e Patrick Rothfuss, são jogadores ativos de RPG.
• Existem RPGs solo, sem Mestre, e até RPGs que usam cartas ou aplicativos como suporte.
• O Brasil tem uma comunidade ativa de RPG, com sistemas nacionais como Tormenta, 3D&T e Ordem Paranormal.